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quinta-feira, 24 de janeiro de 2019

Fibromialgia: a criança apavorada e congelada no passado


Durante o ano de 2017, tive o privilégio de trabalhar com uma paciente portadora de fibromialgia.
Hj, quero compartilhar esta jornada com vcs.



Ermínia, nome fictício dado à paciente, estava com 57 anos de idade quando me procurou. Solteira, funcionária pública aposentada, residia sozinha em seu apartamento em São Paulo.

Diagnosticada com fibromialgia, sentia dores terríveis no corpo, principalmente em dias frios. Nestas ocasiões, era preciso uma hora para que conseguisse levantar-se da cama.

Líder nata, mente ágil e muito inteligente, não conseguia ter em seu corpo físico, a mesma agilidade de seu corpo mental.

Uma de suas queixas era a de que não conseguia limpar seu apartamento, apesar de perfeccionista. Ouvindo sua história de vida, a coerência simbólica entre sua vida e a limpeza/sujeira do apartamento ia ficando cada vez mais coerente.

A nossa psique desprovida da capacidade criativa favorece a doença manifestada no corpo físico, nos diz Betty Fontes, prefaciando o livro “Arteterapia e o Corpo Secreto”.  Há uma alquimia a ser construída e operada dia-a-dia paciente e disciplinadamente, como em banho-maria, para que possamos redescobrir a verdadeira natureza no corpo adoecido: a Sagrada. A natureza do Infinito Espírito que escolheu o corpo de Gaia como forma de operacionalizar essa construção do Si Mesmo.

Nosso corpo físico tem a maravilhosa linguagem do não-julgamento, uma linguagem que vem como bálsamo para nosso processamento mental torturante. O corpo simplesmente está, ele simplesmente é. Ele existe no nível mais concreto da existência e é através dele e, somente através dele, nesta dimensão, que podemos dar corporeidade aos nossos sonhos. Não há realização sem corpo. Então, no que se refere à polaridade saúde/doença ele é o nosso professor mais óbvio. Repare em suas sensações corporais quando vc sorri e perceba seu corpo na raiva. O que me diz? O corpo visível é o mesmo, mas o invisível, bioquímico é completamente diferente. E é deste corpo invisível, porém perceptível e “escutável” que quero trazer aqui para nossa conversa.

Nosso corpo é o nosso lar, é onde vivemos e a partir de quem aprendemos a viver, desde quando éramos um bebezinho no útero de nossas mães.

“As experiências vividas deixam sinais em nosso corpo que ficam em estado de latência, de forma que algo acontecido há muito tempo possa ser revivido como se houvesse acabado de acontecer. Dessa forma, deixamos de viver simplesmente o momento presente, fixados que estamos ao passado por meio desses registros” e que não se movimentaram, nos diz Irene Arcuri, autoria do livro que citei mais acima.
“Os sinais assim deixados no cropo podem ser comparados a feridas antigas, não-cicatrizadas, que dão origem a doenças piscossomáticas, o que impede um desenvolvimento” do Ser em Si.

A paralisia de nossos pensamentos e nossos sentimentos em torno de temas únicos que se repetem num looping enlouquecedor ganha concretude na paralisia de nossos músculos, congelando nossos movimentos corporais, numa eterna e irônica brincadeira de “estátua”. Congelamos nossos corpos no terror da ameaça. É uma reação de defesa e preservação da sobrevivência que compartilhamos com nossos colegas do reino animal.

Em várias sessões de atendimento, Ermínia tinha a percepção de faixas apertadas atando suas pernas, como se estivesse sendo mumificada. Veja a profundidade dessa imagem simbólica. O impedir-se de caminhar na Terra, do ir de lá para cá e de cá para lá, a impossibilidade do atuar no mundo. A imagem associada de algo sem vida: sendo mumificada. Morta em vida. Não à toa. Ermínia vivenciou espisódios terríveis com seu pai, extremamente violento e abusivo sexualmente. Sim. Ermínia havia sido violentada sexualmente pelo próprio pai.

A fibromialgia carregava de maneira crônica essa simbologia da paralisia no terror. Ermínia era um ser-objeto. Objetos não se movimentam, certo? E nosso sistema musculo-esquelético é ator principal em nossa movimentação no mundo. Nada mais lógico do que travar esse sistema, assim, continuo objeto.

Diz Arcuri: “O corpo que não ‘fala’ está aprisionado em suas tensões, que provocam deformações, e fica com a energia ‘estagnada’, pois esse processo geralmente é inconsciente. É como se a alma ficasse prisioneira num corpo trancado, rígido e sua tentativa de libertação poderia ser chamda de ‘doenças’.”

Doenças são gritos da sua alma que se sente aprisionada por padrões que em nada tem a ver com a sua essência. E é aqui, extamente aqui, que reside toda a beleza do processo criativo da cura.

Vamos entender que apesar de biologicamente uma doença física ser estatisticamente igual a todas as outras com o mesmo conjunto de sintomas e aspectos descritivos e evidências, o seu significado é bem diferente de pessoa para pessoa. A doença orgânica normalmente tem uma finalidade e um significado singulares, geralmente nos mostrando aquilo que nos falta, aquilo que está escondido naquilo que chamamos de sombra. Sombra aqui é um termo que está sendo usado como potencial de recursos que, por estarem no escuro, não conseguimos ter acesso direto, assim, “por meio do corpo, todo sintoma força o ser humano, apesar de seus esforços em contráro, a manifestar alguns dos princípios que, deliberadamente, havia optado por não viver, isso estabelece o equilíbrio” ( Dethlefesen e Dalke em A doença como caminho ).

A Psicologia nos diz que a construção do significado de nossos corpos começa antes mesmo de nossa concepção. Começa nas expectativas funcionais ou disfuncionais que o inconsciente de nossa família modela holograficamente e que permeará nosso lugar no mundo. Na medida em que vamos crescendo, famos também adqurindo, de alguma forma, consciência da diferença entre a expectativa familiar projetada sobre nós e aquilo que nossa Essência deseja para si ( nossos sonhos de criança, motivos que fazem nosso coração pulsar, os olhos brilharem, a sensação de que expandimos e conversamos com a Vida ).

Lógico é que corremos o risco que não conseguirmos romper com esse programa que nos é dado e ficamos fixados à imagem que nossa família tem de nós.

Tanto na fibromialgia, como na DTM ( Disfunção Temporo-Mandibular ), ambas doenças que atingem o sistema musculo-esquelético, a imagem projetada é a do perfeccionismo. Não há nada mais congelante, anti-criativo e desprovido de movimento do que o perfeccionismo. As pernas, envoltas em faixas, são remodeladas a partir de aspectos externos e exteriores, uniformizadas, sem suor, sem pulsação, sem expressão. São pernas que ficam encaixadas, assim como nossa alma o fica no perfeccionismo.

A depressão, normalmente associada à essas doenças, traz a simbologia do afeto reduzido, do viver aquém do que se é verdadeiramente capaz, é a condenação de se viver aquém do próprio potencial. Lógico! Potência é algo da Alma, é algo absolutamente Individual. Não é do perfeito pasteurizado-encaixado-empacotado-enfaixado-mumificado.

No entanto, o perfeccionismo não é algo que simplesmente tiramos de nós e jogamos fora. Há um outro caminho para lidarmos com ele: o da criação a partir dele.

Ao criarmos algo, nossa Alma é colocada em movimento, empurrando nosso corpo físico para fora da zona de congelamento e inércia, porque a bioquímica do entusiasmo é ativada. Estar em entusiasmo é estar plena de Deus.

O perfeccionismo funciona melhor quando passamos a olhar para ele como uma experiência vivencial. Como um modo de ser e não como único modo de ser. Essa é a semente criativa da renovação.

Desenvolvendo nossa capacidade criativa podemos conseguir transformar qualquer tipo de situação. Mesmo os momentos difíceis da vida, como a dor ( emocional e cronificada no corpo ) possibilitam uma evolução e um crescimento. É como segurar a vida com as próprias mãos, deixando os sentimentos de culpa de lado, parando com as lamentações, vencendo a timidez. Apenas experimentando esse caminho sagrado, simplemsnte ivendo o mistério da vida no corpo sem se controlar os resultados de tudo. Não se preocupe. Seu corpo tem um sistema interno de autogerenciamento maravilhoso! Você tem acesso à potencia criativa do seu inconsciente através do seu corpo!

“Vosso coração conhece em silêncio os segredos dos dias e das noites. Mas vossos ouvidos anseiam por ouvir o que vosso coração sabe”, nos diz Gibran em sua sensibilidade profunda e verdadeira. Ouça-o. Não há transformação psíquica sem escuta do corpo, sem escuta de você.

Vou aqui te dar uma simbologia interpretativa que pode começar a te ajudar nesse processo. É generalista, então provavelmente haverá partes dela que ressoarão em vc e outras que não, ou até nenhuma delas ou todas elas. Bem... vamos ver, não é ? Mas a ideia é ajudar a perceber a potencia criativa que há na fibromialgia.

O sistema muscular, em Alquimia, está associado ao elemento Terra. Pense a Terra. Veja a terra árida do sertão. Veja a terra mole da argila. Veja a terra fofa das plantações. São estados de Terra em algumas de suas combinações: terra com fogo, terra com água e terra com ar. Diga-me: o que é a carne seca? É músculo desidratado, certo. Qual a aparência de uma carne seca? Algo duro, sem flexibilidade, sem a possibilidade do movimento a não ser que seja reidratado de alguma maneira. Em linguagem alquímica, diríamos que é uma Terra Tartarizada, a terra de um único caminho. é um excesso de terra, portanto, e escassez de água.

A água associa-se à emoções, sensibilidade, flexibilidade. Secamos a água através do fogo, do calor, do Sol excessivo. A raiva da castração secando a água da emoção e tartarizando a terra em uma única posição: essa é uma descrição em linguagem alquímica do que pode ser descrito como fibromialgia.

Agora, o que é interessante retomar aqui, pois já falamos um pouco sobre isso em post anterior (veja o post em destaque), é que parece haver uma linha comum entre Signos de Terra destacados no Mapa Astrológico e padrão comportamental perfeccionista, DTM e/ou fibromialgia. Não estou falando aqui de uma pesquisa científica, mas de experiência empírica de consultório.

No caso de Ermínia, isso era assustadoramente evidente. Agora, veja, em Astrologia, todos signos de Terra guardam em si associação direta com o cuidar da Natureza, da Mãe Terra. Eles falam de trabalho corporal, falam muito de trabalho manual, artesanato, por exemplo.

Sim, a Terra estrutura, dá forma, impõe limites, demanda concretização. Temperada com água e ar, permite que a semente, absorvendo luz do sol e na magia da fotossíntese, torne-se berço da vida que alimenta a vida. E é esse cuidado com a própria terra que o Mapa de Erminia estava exigindo dela. Assim, como parece exigir de todas as pessoas com signos de terra destacados no Mapa, em maior ou menor grau.

A conexão com movimentos ecológicos de cura da Mãe-Terra, com os ciclos da Lua, com equinócios e solstícios, com as formas de arte, artesanato ou “arteirices”, escutar sons graves que te colocam mais em contato com a segurança do chão, práticas de grownding, movimentar-se lenta a vagarosamente como uma tartaruga ou um bicho-preguiça em movimentos que mais parecem um espreguiçar-se numa profunda respiração... São formas de um novo posicionamento, de um novo olhar para si menos retilíneo e mais suavizado pela beleza das curvas.

Na fibriomialgia, a criança foi congelada no terror e impedida de vivenciar sua ingenuidade criativa. Traga-a de volta e você verá sua fibromialgia derreter-se dia-a-dia.

Ah... sim... Ermínia... ingressou no pilates, começou a resolver questões burocráticas e afetivamente dolorosas em relação ao inventário de seu pai... e está trabalhando ativamente na aceitação das diferenças.

Um beijo grande!

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

Stress e DTM ? Respire, respire muito !!! É de graça !

Neste artigo, vamos falar sobre a correlação entre stress e DTM e sugerir a respiração como uma forma cientificamente comprovada de diminuição do stress e, portanto, como uma prática colaborativa para a amenização dos sintomas da DTM.
Boa leitura !

É sabido que atingimos um grande desenvolvimento científico e tecnológico, sendo o nosso trabalho agilizado por máquinas, robôs, softwares, plataformas, etc.
As informações, através de sistemas avançados de comunicação, alcançam grande parte das pessoas no planeta. Em 2016 a população do planeta Terra já passava com folga os 7 bilhões de habitantes, sendo que 40% com internet conectada 24 horas por dia, e os brasileiros ocupando o 4º lugar de usuários mais intensivos da rede, no mundo !
O acesso a informação nunca foi tão fácil.
No entanto, os avanços da ciência e da tecnologia não tem garantido em nada o aumento da felicidade. As grandes cidades estão superpopuladas, o desemprego e a insatisfação no trabalho aumentam, e as pessoas já não estão tão certas do que sentem, pensam ou querem. Os níveis de depressão estão aumentando e tende a se tornar uma das principais causas de afastamento do trabalho.
Enquanto seres humanos, não estamos evoluindo na mesma medida das nossas conquistas tecnológicas ou científicas.
A DTM ( Disfunção Temporomandibular ) surge com força como uma doença moderna de adaptação aos “tempos modernos”. Estima-se que 75% da população, com prevalência para as mulheres, já apresentou pelo menos um sinal de DTM e 33%, pelo menos um sintoma.
O estresse e as excessivas cargas de trabalho podem atuar como fatores de risco no desenvolvimento da DTM.
A correlação entre DTM, estresse e ansiedade está muito bem documentada na literatura cientifica, sendo que a ênfase em tratamentos multidisciplinares em vem sendo acentuada. A depressão entra aqui também em função do sofrimento físico ou emocional associados. Por vezes a dor chega a ser tão intensa que a pessoa não consegue nem mais identificar a causa da dor.
A correlação entre fatores biopsicossociais e a DTM parece lógica quando prestamos atenção ao fato de que a Articulação faz parte de um corpo que vive, sonha, interage e sente angustia, tristeza, alegria e raiva.
A não ser que a ATM tenha sofrido um trauma, não se pode excluir o fator stress da gama de fatores de risco da disfunção, portanto, o tratamento para amenização dos sintomas passa também e necessariamente pelo desenvolvimento de recursos para gerenciar o stress.
Para associarmos questões emocionais à dor, é importante entender que o nosso corpo sempre vive no agora, neste segundo. Nosso aparato biológico é programado para isso e, embora sejamos também capazes de recuperar as memórias do passado e nos anteciparmos ao futuro.
Não importa se vc está com o pensamento no que tem que fazer amanhã ou na saudade que sente o passado. Seu corpo viverá de acordo com isso, a partir do que é disparado em seu processamento mental, seus pensamentos, conscientes ou não.
Quando acreditamos que seremos agredidos e precisamos nos defender ( stress ), nosso organismo reage a isso preparando-se para lutar ou fugir. É inato, e faz parte de sermos mamíferos, de sermos animais. Temos um cérebro reptiliano por baixo da nossa massa cerebral moderna e “pensante”.
Quando antecipamos o futuro  e o trazemos para o momento do agora, o organismo passa a entender que é aquilo que está acontecendo e passa a responder a isso, disparando os sistemas de defesa e dor em pensamentos de um futuro ruim; nestes casos, teremos dor associada a um processo de ansiedade. Quando estamos num momento de crise, como o que vivemos agora, imagine o que pode acontecer com nossa saúde....
Da mesma forma, os eventos do passado: eventos traumáticos do passado deflagram crises de dor por este mecanismo. Aqui teremos dor associada a depressão.
Considerando que a diferença genética entre um gorila e o ser humano é de 1,6% , segundo publicação da revista Science, diga-me: como é que um gorila expressa comportamento agressivo? Ele usa a boca para mostrar os caninos, certo ?
Como nós expressamos? Cerramos os dentes. Tensionamos a musculatura do rosto, porque não podemos sair por aí abrindo a boca e mostrando os caninos, não é mesmo?
Quando estamos estressados, estamos com raiva, querendo jogar tudo para o ar, a cabeça está a mil, o humor está instável, o corpo está cansado, mas dizemos a nós mesmos: vc tem que ser mãe exemplar, vc tem que trabalhar, tem que ganhar dinheiro, tem que ser educado, uma série de “tens que” rotulados de normalidade, de adaptação social.
E a nossa espontaneidade, onde fica? Enclausurada em nossa couraça muscular civilizada. Diminuímos nossa respiração, nos intoxicamos com nosso próprio gás carbônico e aumentamos o nível de toxina em nossa musculatura, entrando num ciclo complicado de stress – dor – stress.
Por mais que vc não tenha domínio sobre tudo na sua vida, sobre uma coisa vc tem: a sua respiração! Sim! Use-a a seu favor, é de graça!
Se conseguir abrir bem a boca, faça isso: abra um bocão e inspire e expire pela boca durante um minuto. Vc se sentirá rapidamente mais vitalizado e relaxado. Não use o nariz nesta respiração.
Uma outra dica é: respire e concentre-se na respiração por pelo menos três minutos por dia. Não tem segredo. É só prestar atenção no ar que entra, no pulmão que infla e no ar que sai e no pulmão que esvazia.
A pratica concentrativa, prestar atenção de modo concentrado em algo, ativa a área do cérebro relacionada a escolha das estratégias comportamentais e libera beta-endorfinas, que são responsáveis pela diminuição da sensação de medo e dor, inibe o sistema noradrenérgico, responsável pelo stress e além disso, ativa regiões corticais relacionadas ao prazer e a felicidade, liberando neurohormônios relacionados a estes comportamentos, amenizando a percepção de dor.
Por tudo isso, respire, e muito de forma consciente sempre !!!!
Vc só precisará se disciplinar e entrar na rotina.
De graça, está em vc, o tempo todo e vai ajudar vc a ter pensamentos mais felizes !

Um beijo aéreo !

Salma

domingo, 5 de fevereiro de 2017

Dores no maxilar, dores de cabeça ao acordar, tensão no rosto: DTM

Em função do aumento dos níveis de stress na população, tem-se percebido também o aumento de casos de Disfunção Temporomandibular ou DTM.

E quais são os sintomas ?

Se você:
· já acordou sentindo seu maxilar cansado;
· já teve a sensação de que a sua boca estava travada, dura de abrir ou de fechar;
· tem a sensação de estar ouvindo estalos quando abre ou fecha sua boca;
· acorda com a bochecha toda mordida por dentro;
· quebra seus dentes de tanto apertá-los,

então é muito provável que vc tenha sim DTM: Disfunção Temporomandibular.

E o que é isso ????

A DTM pode ser formalmente definida como a Disfunção da Articulação Temporomandibular ( ATM ).

Esta articulação é responsável pela abertura e o fechamento da nossa boca, pela mastigação e até por nossa expressão verbal...

Então imagine como ela é importante !!! E como se não bastasse, toda a musculatura que envolve mastigação e fala está envolvida aqui !

E, por falar em funcionamento... diga-me:

- Você costuma morder a ponta do lápis ou da caneta sem parar ?
- Você costuma roer as unhas ou mascar chicletes o tempo todo ?
- Você costuma apertar a própria língua com seus dentes ?
- Você já foi diagnosticado(a) com "bruxismo" ?

Então saiba que você poderá estar desenvolvendo hábitos que "cansam" a musculatura da ATM, causam dor e até travamento em casos mais extremos. São os hábitos parafuncionais.

A ATM é super forte e capaz de fazer uma força equivalente a 70kg !

Se você imaginar que houve um tempo em que caçávamos os animais e comíamos carne crua sem garfo e faca, você poderá entender porque a sábia Natureza desenvolveu uma ATM tão forte.

Mas se a usamos excessiva e desnecessariamente, estaremos comprometendo a tal ponto a ATM que ela poderá se machucar nos causar dor. A dor aqui significará o excesso de uso da articulação.

Em termos estatísticos, acredita-se que em 80% dos casos, a DTM tem origem no uso excessivo da musculatura e em 20% delas, a articulação está com problemas.

Poré o mais comum é que problemas musculares e articulares estejam associados ao se diagnosticar a DTM.

Um profissional de odontologia bem treinado em Disfunção Temporomandibular poderá fazer este diagnóstico diferencial e verificar qual é o seu caso.

Mas antes de encerrar este artigo, quero que você saiba de um ponto muito importante:

APENAS 5% DOS CASOS DE DTM REALMENTE PRECISAM SER OPERADOS !!!!

Então, se você se identificou com alguns dos sintomas que eu listei neste artigo, e o primeiro profissional com o qual você conversou já recomendou operação, cuidado!


Há outras formas de amenizar os sintomas da DTM e que não são invasivas, ok ?

Um grande beijo e até o próximo artigo !

Ah... para saber mais acesse:
http://sbdof.com/sobre-dtm-e-dor-orofacial/


Tratando DTM e bruxismo através dos Florais Joel Aleixo

E se eu te dissesse que os sintomas de DTM podem ser amenizados ou completamente reduzidos utilizando florais, bolsa de gelo, bolsa de agua quente e exercícios de fortalecimento da musculatura do maxilar ?

Pois é ! Não é uma excelente notícia para quem sofre de bruxismo, ranger de dentes, dor ao mastigar, estalidos,  etc ???

Então, acompanhe-me neste artigo para saber um pouco mais a respeito.





Meu colega dentista, Dr. Marcello Cheloti, especialista em buco-maxilo e, eu, Salma, formada em Psicologia pela USP e terapeuta floral dentro do sistema Joel Aleixo, juntamente com a Escola de Alquimia Joel Aleixo, estamos desenvolvendo uma pesquisa qualitativa para tratamento da DTM.
Os resultados são promissores e nos fazem acreditar que:

Sim !!!! 
É possível falarmos em amenização quase completa dos sintomas da DTM através de uma metodologia não invasiva, que engloba  termoterapia, exercícios de fortalecimento da musculatura da ATM e o protocolo de 6 meses com o uso dos Florais Alquímicos Joel Aleixo.

No momento em que escrevo este artigo, estamos finalizando a pesquisa qualitativa que conduzimos com 19 voluntários.

Estes voluntários receberam tratamento totalmente gratuito, incluindo:
  • Consulta mensal com Dr. Marcello, enquanto especialista em buco-maxilo
  • Consulta mensal comigo, enquanto especialista nos Florais Joel Aleixo
  • Florais Joel Aleixo manipulados de acordo com o protocolo específico para tratamento da DTM, durante um período de 6 meses de tratamento.




Os resultados preliminares desta pesquisa foram apresentados no 3º Congresso  dos Florais Joel Aleixo, em setembro de 2016.

Veja alguns deles:
  • em dois meses de tratamento, o nível de dor dos voluntários reduziu de 5 para 1, numa escala de 0 a 5;
  • em três meses de tratamento, 90% dos pacientes estavam em condições de alta;
  • em seis meses de tratamento 50% dos avaliados tiveram melhor desempenho em testes de inteligência;
Além disso, tivemos como ganhos paralelos:
  • redução dos níveis de stress;
  • aumento do nível de autoconfiança;
  • aumento do nível de autoestima.

Eu considero estes resultados promissores, ainda mais levando-se em consideração que foi um tratamento não invasivo, sem efeitos colaterais negativos e ainda com elevação do nível de inteligência emocional dos participantes da pesquisa. É uma boa notícia para quem sofre com as dores físicas e emocionais associadas ao bruxismo e à DTM.


Um grande beijo e até o próximo artigo !