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terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

Escolha Escolher !

“Deus leva você de um sentimento a outro. E te ensina por meio de opostos para que tenha duas asas para voar. Não uma!
Rumi – citado no livro Psicologia Alquímica, Dr. Thom F. Cavalli

Alquimia vai muito além do clichê de transformar chumbo em ouro. É a Ciência do Espírito, como diz Joel Aleixo. E isso faz toda a diferença, porque, a partir deste olhar, reintegramos nossa percepção de mundo, ampliando-a. Eventos isolados, ganham contexto. O estômago conversa com o coração que conversa com nossos sentimentos que conversa com nossa imunidade que conversa com nosso amor próprio!
A imagem do Ouroborus é perfeita aqui, porque o ciclo de integração não tem fim e tenho certeza de que vc poderia dar continuidade à conversa acima, não poderia?
Uma das imagens de Ouroborus que mais fala comigo é esta, acessível no link : http://www.la-rose-bleue.org/Images/etudes_table_emeraude_Solve-Coagula.jpg

Sobre ela, poderíamos falar horas... em função da riqueza simbólica que carrega, mas gostaria de focar em um tema, que parece fazer sentido no momento atual: medo e desejo, enquanto forças que ora nos coagulam e fixam num lugar, ora nos solvem e nos expandem para o Universo.
Não é novidade que sempre que nos referimos a sentimentos nós nos referimos ao coração. Não é novidade também que o chakra cardíaco é o órgão energético responsável por nossa imunidade, por nosso amor próprio e por nossa capacidade de amar incondicionalmente.
Por esta perspectiva, o coração é mais do que o órgão que nos mantém vivemos. É um conceito dinâmico que abrange a existência inteira.
Quando estamos com medo e angústia, o coração aperta, não é mesmo? Quando estamos alegres, nosso coração se abre, o peito expande.
O medo vive no coração da força motriz do ego: é ele quem nos protege da onipotência e da arrogância e é a através dele que podemos nos tornar mais humildes, perceber limites.
O medo significa uma transição na consciência, da mente que desconhece a si mesma para a mente que inicia a longa jornada para a autoconsciência, porque delineamentos e limites passam a existir.
O medo tem na dúvida e é interessante pensarmos que, para desenvolver a dúvida, é preciso antes desenvolvermos um senso de nós mesmos. Não é a toa que somos atordoados por dúvidas em fases de transição da nossa vida. Transições são crise e crises são reinvenções de nós mesmos.
Para Descartes, o pai do dualismo, remodelou a dúvida transformando em base da prova científica de nossa existência consciente, porque “penso, logo existo”. A dúvida está ao nível do intelecto, elemento Ar que se expande completamente se não for direcionado pela Terra, e quando há Ar em excesso, quando há dúvida em excesso, nossos pensamentos não param simplesmente e entramos em ansiedade. O medo em demasia nos torna ansiosos, mas o medo aquém do necessário, nos coloca em pensamentos mágicos, onde o limite não existe. É só olhar para qualquer criança que vc terá a prova disso, não é mesmo?
O medo é um sentimento e está no coração. No coração, devem estar todos os quatro elementos combinados de maneira muito equilibrada. É o Sal Salinarius. É o coração que nos mantém centrados e conectados. Nosso coração nos faz ponderados e governa nossos pensamentos. E hj, as pesquisas do Heartmath Institute vem provando isso brilhantemente! Nosso coração manda em nossa cabeça e não o contrário !!!!
Na medida em que amadurecemos, passamos a perceber que, quando estamos em dúvida, a escolha certa é exatamente a escolha que fizemos, em outras palavras, o que torna a escolha certa é o fato de ter sido feita.
Enfrentando o medo de cometer um erro, podemos nos afirmar e então percebemos que temos a capacidade de escolher e decidir! Um sinal seguro de que estamos começando a confiar em nós mesmos!
Escolha escolher !
Um beijo grande !

Se quiser saber mais sobre o Heartmath Institute, clique em :https://www.heartmath.org/

domingo, 29 de janeiro de 2017

A Visão Alquímica das Doenças 3

Olá, Pessoal, tudo bem ?
Neste artigo, vamos falar sobre a visão alquímica das nossas emoções e, ao final deste artigo, vou te dar uma dica floral para reequilíbrio geral do organismo.
Vamos lá ?



Humor: nossa alquimia emocional....
Quantas vezes vc já se pegou fervendo de raiva, tremendo de medo, derretendo-se em lágrimas ou com a cabeça nas nuvens?
A palavra “humor” aqui refere-se a um sistema que nos ajuda a entender a manifestação dos quatro elementos em nós, direcionando o nosso temperamento. Assim, quando estes elementos estão em dinâmica equilibrada, sentimo-nos bem, leves, seguros, agindo no mundo com fluência. Mas, quando um destes elementos se sobrepõe em demasia ou falta em demasia, haverá o correspondente desequilíbrio em nossa expressão emocional e comportamental, podendo, também, levar a desequilíbrios de nosso corpo físico, gerando doenças.
Nossa variação de humor pode ser entendida como a versão psicológica da variação dos quatro elementos em nós. Então, se pudermos ser capazes de entender qual o elemento que está em desequilíbrio, seremos capazes de nos trazer ao centro novamente.
Por isso, vamos olhar cada um deles, agora.
O Fogo:
É um elemento quente, regente da nossa intuição, da nossa motivação para a ação e está relacionado com o início das coisas.
É o fogo que nos permite uma boa refeição, que nos aquece numa lareira, que nos inspira através de uma vela. E é também o fogo que acende um cigarro, que incendeia uma floresta, que queima a nossa pele, que carboniza nosso corpo.
Quando em excesso, sentimos o calor da raiva, a ardência de uma gastrite, a iniciativa que só começa e não concretiza, a necessidade vaidosa de ser sempre o centro das atenções sem considerar o outro no contexto.
Quando em falta, há o desânimo, sentimo-nos sem energia, sem entusiasmo, sem brilho.
É regido pela Lua Nova e representa a energia do Verão.
Uma dica que aprendi com Joel Aleixo: faça pedidos no 1º dia de Lua Nova, às 6h00 da manhã, ao Grande Flungistron, Grande Fogo Universal e veja as sincronicidades começarem a acontecer !

A Terra:
É um elemento seco, regente da nossa sensorialidade, da nossa capacidade de apreender o mundo através dos órgãos do sentido: quando precisamos ver, sentir, cheirar, tocar para entender o contexto. Está relacionado com a concretização de nossas ações, com a estabilização de nossas idéias, com a realização de nossos projetos.
É a terra sobre a qual semeamos nosso alimento, cujos minerais compõem o nosso corpo físico. É a terra sobre a qual caminhamos, que constrói nossa habitação, que modela o planeta. Ela nos dá a sensatez para controlar o fogo da iniciativa excessivamente sonhadora. E é também a terra que nos desestabiliza num terremoto.
Quando em excesso, nosso comportamento se torna rígido, inflexível. Somos teimosos e não mudamos, não saímos do lugar.
Quando em falta, perdemos a capacidade de concretizar o projeto que idealizamos no fogo, não sustentamos nossas ações, não nos sustentamos e nossa autoconfiança diminui porque não nos sentimos seguros.
É regida pela Lua Crescente e é a energia da Primavera.

O Ar:
É um elemento frio, regente do nosso pensamento, da nossa capacidade de raciocinar, de analisar, abstrair, aprender sistemas complexos, discernir, separar, organizar conceitos, estruturar o que vem antes e o que vem depois, sequenciar.
É a brisa que nos refresca num dia quente de verão, que movimenta as águas do mar, que enche nossos pulmões, que nos permite a música, a voz, o canto, que espalha as sementes para a terra germinar. É também o ar dos tornados e furacões que derrubam as estruturas que a terra construiu.
Quando em excesso, nossa mente não para, chegamos a ter insônia de tanto pensar e pensar e pensar... percebemos a vida por um ângulo exclusivamente racional, cartesiano. É a mente científica levada ao extremo.
Quando em falta, temos dificuldade em aprender conceitos abstratos, sem insights, não “antenamos” com o mundo à nossa volta, parecemos dispersos, sem capacidade de concentração.
É regido pela Lua Minguante e representa a energia do Outono.

A Água:
É um elemento úmido, regente das nossas emoções, dos nossos sentimentos. É através da água que desenvolvemos a empatia e com ela nos derretemos em lágrimas. A água nos dá flexibilidade, a capacidade diplomática de contornar situações, de nos misturarmos aos outros, de nos adaptarmos aos ambientes e nos moldarmos a ele.
É a água que nos purifica no banho, que nos acolhe no ventre da mãe, que irriga nosso sangue, que limpa o nosso cérebro a cada duas horas. É a água das chuvas, dos lagos, dos mares, das inundações e dos tsunamis. É a água que, junto com o fogo dos raios, e na forma de tempestade, limpa a atmosfera da sujeira que causamos com nossos hábitos desconectados.
Quando em excesso, choramos por tudo, não vivemos para nós mas para ajudarmos os outros sem considerar nosso próprios limites e necessidades. Somos “moles”, cedemos em excesso. Nossa musculatura é flácida.
Quando em falta, perdemos a empatia, a compaixão, a capacidade de nos importar, perdemos a capacidade de nos amar, não temos amor-próprio, não temos altruísmo.
É regido pela Lua Cheia e representa a energia do Inverno.

Dica Floral:
Um composto do Sistema Joel Aleixo que pode te ajudar no reequilíbrio geral é o Equilíbrio dos Elementos.
Vc pode usá-lo borrifando 3 jatos, 4 vezes ao dia, preferencialmente (mas não obrigatoriamente) nos horários das 6h00, 12h00, 18h00 e 24h00. Depois, se achar legal, pode me contar sua experiência.
Ah... se quiser comprar o floral, acesse o link:

Beijos e até mais !