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sexta-feira, 8 de setembro de 2017

Coerência interna, autoaceitação profunda, não-julgamento como chaves para “Tornar-se Pessoa” ... Apresentando Carl Rogers

Carl Rogers foi um psicólogo norte-americano. Desenvolveu a Psicologia Humanista, também chamada de Terceira Força da Psicologia. Segundo o psicólogo Abraham Maslow, Carl Rogers foi um dos principais responsáveis pelo acesso e reconhecimento dos psicólogos ao universo clínico, antes dominado pela psiquiatria médica e pela psicanálise vigente na época.


Carl Rogers (1902-1987) nasceu em Oak Park, Illinois, nos Estado Unidos, no dia 8 de janeiro de 1902. Era o filho do meio de uma família protestante, onde os valores tradicionais e religiosos, juntamente com o incentivo ao trabalho duro eram amplamente cultivados.
Olhando para este contexto, comentou “Algo da atmosfera familiar mansamente repressiva é talvez indicado pelo fato de que três de seis filhos tiveram úlcera em algum período de suas vidas.”
Sua meninice foi vivida em isolamento. No colegial tornou-se excelente estudante, mas foi na Universidade que suas experiências começaram a ganhar maior significado.
Em seu segundo ano de faculdade, começou a estudar para o ministério religioso. No ano seguinte, foi para a China para assistir a uma conferência da Federação Mundial de Estudantes Cristãos em Pequim; a isto, seguiu-se uma excursão pela China Ocidental. Esta viagem tornou usas atividades religiosas fundamentalistas mais liberais e proporcionou-lhe a primeira oportunidade de desenvolver independência psicológica, uma marca que caracterizou seu pensamento pelo resto de sua vida e, mais do que isso, caracterizou profundamente seu olhar sobre o Ser Humano.
Muito embora tenha começado seus estudos universitários pela Teologia, optou por concluí-los em Psicologia e foi, neste curso, que se sentiu agradavelmente surpreso ao descobrir que poderia ser imensamente útil fora da igreja, trabalhando junto a pessoas que precisavam de ajuda - e é isto que nos move, enquanto terapeutas ...
Seu primeiro emprego foi em Rochester, Nova York, num centro de orientação infantil. Durante os doze anos em Rochester ajudaram-no a perceber configurações do que seriam seus principais conceitos teóricos.
Em 1945. A Universidade de Chicago ofereceu-lhe a oportunidade de estabelecer um novo centro de aconselhamento baseado em suas ideias.
Em 1951 publicou Terapia Centrada no Cliente, com sua primeira teoria formal sobre a terapia, sua teoria da personalidade e algumas pesquisas que reforçaram suas conclusões. Neste livre sugere que a maior força orientadora da relação terapêutica deveria ser o cliente, não o terapeuta! Esta colocação foi uma total inversão da relação usual que se tinha, já que tirava o “poder de cura” das mãos do médico ou terapeuta e o trazia de volta ao Ser em Terapia. Muito embora, no oriente esta seja uma premissa milenar, aqui no ocidente, só agora estamos vivenciando algo parecido.
As implicações de sua teoria foram expostas em um livro maravilhoso de 1961 intitulado Tornar-se Pessoa, um livro que projetou Rogers no cenário norte-americano e, posteriormente internacional, já que através dele, conseguiu conversar com pessoas como nós, tirando a coisa elitista que estava caracterizando a psicoterapia até então.
Carl Rogers, muito embora tenha sido agraciado por muitos psicólogos pelo seu trabalho científico, foi também atacado por outros, que viam nele e em sua teoria uma abordagem tola e perigosa para o status e o poder que tinha, principalmente nos meios médicos que se viram forçados a reconhecer, a custas das inúmeras pesquisas sérias levadas por Rogers e seus auxiliares, que o psicólogo pode ter tanto ou mais sucesso no tratamento psicoterapêutico quanto um psiquiatra ou psicanalista. Foi, por duas vezes, eleito presidente da Associação Americana de Psicologia e recebeu desta mesma associação os prêmios de Melhor Contribuição Científica e o de Melhor Profissional.
Em seus últimos anos, dedicou-se ao seu Centro de Estudos da Pessoa, fundado nos anos 1960, escrevendo, fazendo conferências, junto a sua esposa, filhos e netos e... lógico... cuidando de seu jardim.
Carl Rogers faleceu em San Diego, Califórnia, Estados Unidos, no dia 4 de fevereiro de 1987.
Rogers, enquanto teórico da Psicologia Humanista, mantinha imensa fé no Ser Humano: “a visão por nós apresentada, implica evidentemente, que a natureza básica do ser humano, quando atua livremente, é construtiva e fidedigna”.
Uma premissa fundamental de sua teoria é o pressuposto de que as pessoas usam a sua experiência para se definir, assim, a qualidade do relacionamento com a experiência define o nível de saúde de um indivíduo, sendo que a polaridade congruência-incongruência estabelece a dinâmica deste nível.
Congruência é definia como o grau de exatidão entre o que comunico de mim em relação a como sou afetado pela experiência e o quanto consigo me perceber nela.
Crianças pequenas exibem alta congruência, expressam seus sentimentos como todo o seu ser. A ansiedade em nós já sinaliza o contrário: a incoerência.
A incoerência ocorre quando há diferenças entre a tomada de consciência, a experiência sentida e a forma como a comunicamos ( nossa expressão ). Então, por exemplo: quando vemos pessoas com os dentes cerrados, o maxilar tenso, a nuca travada que insistem em mostrar que nada está acontecendo, que lidam muito bem com contexto, estarão caminhando em direção à incoerência.
Outro exemplo: as pessoas que dizem estar passando por um período maravilhoso, mas que se mostram totalmente entediadas, deprimidas e adoecendo muito frequentemente.
Quando a incongruência está entre a tomada de consciência e a experiência, então damos o nome de repressão. Neste contexto, há falta de consciência pessoal. A pessoa não se vê capaz de expressar suas emoções e percepções reais em virtude do medo e de velhos hábitos de encobrimento que são difíceis de superar. E isso pode ser sentido como tensão, ansiedade ou, em situações extremas, confusão interna.

“Isto é o que, em nossa opinião, constitui o estado de alienação de si. O indivíduo faltou com a sinceridade consigo mesmo, para com a significação “organísmica” de sua experiência, a fim de conservar a consciência positiva do outro, falsificou certas experiências vividas e representou para si mesmo estas experiências com os mesmos índices de valor que tinham para o outro. Tudo isto se produziu involuntariamente, como um processo trágico e natural, alimentado durante a infância” - Rogers
Falas do tipo “não sou capaz de escolher”, “não sou capaz de tomar decisões”, “não sei o que quero”, “não sou bom o suficiente”, “não consigo ir até o fim” são falas que denunciam essa incongruência.  A ambivalência não é rara ou anormal. Não conseguir reconhecer que se está em ambivalência e não conseguir ser capaz de lidar com ela é que é perigoso. E neste processo, vai havendo gradativamente o congelamento e o enrijecimento de si mesmo.
Rogers postula que há em cada um de nós um impulso inerente em direção a sermos competentes e capazes, inteiros e integrados. E isso não é difícil de imaginar!
Pare para pensar seu em seu corpo físico há um lindo Sistema Nervoso integrando a ponta do seu dedinho do pé, coordenando as passadas de suas pernas, metabolizando o cafezinho que vc acabou de tomar, ao mesmo tempo em que regula sua respiração e a coordena com seus batimentos cardíacos enquanto seu cérebro processa todas as informações que vc está adquirindo a partir dos inputs visuais que chegam aos seus olhos... para falar o mais óbvio...
Vc acha mesmo que este mesmo processamento mental não é capaz de te colocar numa direção de autocoerência e desenvolvimento???
Rogers nos fala que assim como uma sementinha tem em si todo o potencial para tornar-se uma planta, uma árvore, uma pessoa é impelida a se tornar uma pessoa total, completa e autorrealizada.
A maior tarefa para isso é estabelecer um relacionamento mais genuíno consigo mesma. Aceitar-se a si mesma é um pré-requisito para uma aceitação mais fácil e genuína de si e dos outros. Em compensação, ser aceito por outro conduz a uma vontade cada vez maior de aceitar-se a si próprio. Este ciclo de autocorreção e autoincentivo é a forma principal pela qual se minimiza os obstáculos ao crescimento psicológico.
O caminho passa por:
·         Assumir consigo mesma o comprometimento de cultivar um processo mutável de diálogo com as experiências, permitindo-se ver-se de formas diferentes em cada uma delas. Este comprometimento a levará a descobrir novas coisas a seu respeito, reinventando-se no processo.
·         A comunicação aberta de seus sentimentos é fundamental. Ser franca com vc mesma, por inteiro, arriscando-se a ser autêntica, a ser coerente e fiel a si mesma. Não é uma questão de simplesmente colocar para fora os sentimentos. Não é disso que estamos falando. Mas, e aqui está a parte mais desafiadora do processo, ser capaz de aceitar empaticamente o que vier em troca. Aqui sim, temos a autonomia emocional de alguém autorrealizado. Os riscos são rejeição, desentendimento, sentimentos feridos. Para que vc se aceite em tudo isso, primeiro, vc precisa ter a firme percepção de que será capaz de lidar com.
·         Não aceitar papéis impostos. Rogers nos fala “viveremos de acordo com as nossas opções, com a sensibilidade orgânica mais profunda de que somos capazes, mas não seremos afeiçoados pelos desejos, pelas regras e pelos papéis que os outros insistem em impor-nos”.  Preste atenção em uma coisa: vc veio de seus pais. Vc não é seus pais.
·         O indivíduo saudável toma consciência de suas emoções, sejam ou não expressas. Sentimentos negados à consciência distorcem a percepção de e a reação às experiências que os desencadearam.
·         Esta acurada percepção de si nos levam a sensação de sermos um self que, embora interativo, está separado. Tornar-se um self separado é o compromisso de uma profunda tentativa de descobrir e aceitar a natureza total de quem se é. É o mais desafiador dos compromissos, é dedicar-se à remoção de máscaras tão logo elas se formem.
“Talvez possa aceitar-me como a pessoa ricamente variada que sou. Talvez possa ser espontaneamente mais essa pessoa. Nesse caso, poderei viver de acordo com os meus próprios valores experimentados, conquanto tenha consciência de todos os códigos da sociedade. Nesse caso, poderei ser toda esta complexidade de sentimentos, significados e valores – livre para dar o amor, a raiva, a ternura que existem em mim. É possível então que eu venha a ser um participante real de uma união, porque estou em vias de ser uma pessoa real. E espero poder incentivar-me a seguir o caminho na direção doe uma personalidade única, que eu gostaria imensamente de compartilhar comigo mesma e com os outros com quem me encontrar.”


Beijos, pessoal !

quinta-feira, 30 de março de 2017

Terapias Vibracionais: A Homeopatia - o que é, para que serve.

Embora ainda com certa controvérsia, a Homeopatia já está inserida no curriculum da medicina tradicional, assim como a acupuntura, não obstante ela tem sob si o modelo de medicina vibracional, assim, vamos falar sobre ela aqui também.


O desenvolvimento e a popularização da Homeopatia tem sido creditada a Samuel Hahnemann, um médico alemão que, conforme se acredita, em meados do século XIX descobriu o princípio do “semelhante cura semelhante”. Este princípio, na verdade, já vinha sendo desenvolvido por Alquimistas anteriores, principalmente Paracelso e Hypocrates, então, não se pode falar que Hahnemann descobriu o princípio, mas ele com certeza elevou a aplicação do princípio a um outro nível em termos de metodologia aplicada.
Como o princípio do “Semelhante cura Semelhante” é estruturante para o entendimento da Homeopatia, vamos trabalhar sobre o conceito antes de avançarmos aqui. Talvez o melhor exemplo de “Semelhante Cura Semelhante” é o Allium Seppa, remédio homeopático p curar resfriados.
Quando uma pessoa fica resfriada, os sintomas são olhos lacrimejantes, corrimento nasal hialino e olhos irritados. Ora... o que acontece quando cortamos cebola? A mesma coisa não é mesmo? Então se os sintomas de “cortar cebola” são os mesmos de “ficar resfriado”, então a cebola deve curar por semelhança o resfriado. O Allium Seppa é feito a partir do princípio ativo contido na cebola, percebe? Grosso modo, é assim que o princípio funciona.
Hahnemann quando entendeu esse princípio, partiu para uma pesquisa intensa com seus estudantes para documentar as reações físicas, emocionais e mentais, agrupar informações e desenvolver todo o processo de cura.
Outro princípio importante de ser entendido é o processo de diluição e potencialização homeopático e potência de ação das substâncias medicinais catalogadas por Hahnemann. E aqui entramos no paradoxo da Homeopatia, como também dos Florais ( sobre os quais falaremos mais tarde ).
O processo inicia-se com a planta sendo misturada à álcool e água, moída e a solução é filtrada. Essa solução é a tintura mãe da planta a partir da qual a diluição tem início em proporção de gotas: 1 gota da tintura para 99 de água. Essa é a diluição de 1 : 100. Este é o remédio de diluição 1C. Depois, pega-se 1 gota dessa primeira diluição e se coloca em outras 99 gotas de água. É a segunda diluição e a potência do remédio é 2C e assim sucessivamente.
Na medida em que esse processo vai acontecendo, menos moléculas da substância ficam na diluição e maior a potencialização energética da mistura.
Quanto mais diluído, mais potente é o remédio em termos de ação energética.
Os remédios menos diluídos e mais densos em termos moleculares são utilizados para processos agudos do corpo e os remédios mais diluídos e menos densos são utilizados para questões crônicas, envolvendo os corpos emocionais e mentais do indivíduo.
O processo farmacológico preciso de atuação da Homeopatia ainda não está bem definido. Falta-nos ainda instrumentos sensíveis o suficiente para que esse processo seja mapeado. Mas tem-se duas teorias principais que nos ajudam a dar pistas disso: a teoria da ressonância energética e a teoria da bioinformação de códigos energéticos ( epigenética ).
Há diversas abordagens para a prescrição homeopática, sendo que as duas principais são:
·        A aplicação para casos agudos:
o   Nestes casos a prescrição é orientada pelos sintomas, fatores atenuantes e fatores agravantes do sintoma. Normalmente em baixa dinamização, ministrados em alta frequência, por exemplo, de duas em duas horas.
o   Aqui, o médico foca em questões físicas imediatas, como por exemplo o resfriado ou uma crise de sinusite.

·        A homeopatia para casos crônicos e constitucionais:
o   Nestes casos, o homeopata investiga exaustivamente os padrões do paciente, através de uma anamnese detalhada e longa, incluindo-se histórico de vida, sintomas físicos, sintomas emocionais, padrões comportamentais, sintomas relacionados ao lado esquerdo do corpo e sintomas relacionados ao lado direito do corpo.
o   Nesta abordagem, coisas como “a necessidade imperiosa de ir para a praia” faz parte e é importante dentro da anamnese homeopática. Por isso não se espante com perguntas com esse teor “estranho e incomum”.
o   Aqui, o médico homeopata foca em buscar um padrão que possa ser associado a uma substância ( planta ou erva ) e utilizado como remédio de fundo para o paciente. Normalmente nesse tipo de tratamento, o impacto vai além da melhora física, incluindo a mudança comportamental e a melhora da saúde emocional também.
Para quais tipos de problemas de saúde a Homeopatia pode ser benéfica?
·        A terapêutica homeopática pode ser recomendada onde o trabalho alopático parece ter falhado, podendo ser usados com sucesso não penas no tratamento de questões físicas, mas também para tratar dores psicológicas como a depressão, distúrbios de ansiedade chegando até à patologias de maior nível de gravidade como por exemplo a esquizofrenia.
Quais tipos de questões médicas para os quais a Homeopatia não é recomendada ou não deve ser usada de forma exclusiva?
·        Trauma grave e agudo como por exemplo uma fratura, muito embora a Homeopatia possa ser usada para acelerar o processo de cura;
·        Ferimentos profundos que se estendem aos músculos e aos nervos que devem ser limpos e tratados cirurgicamente;
·        Problemas cirúrgicos agudos como apendicite ou ruptura de aneurisma da aorta;
·        Doenças potencialmente fatais como um AVC ou um ataque cardíaco;
·        Doenças graves como o câncer exigem abordagem multidisciplinar.

Na medida em que o tratamento evolui, os sintomas normalmente se modificam e a frequência energética do paciente também, impactando na necessidade de mudar o remédio, pelo princípio do “semelhante cura semelhante”. De certa maneira, a homeopatia pode reequilibrar energeticamente os corpos físico e sutil ao neutralizar ou reequilibrar e remover vários níveis de perturbação energética, da mesma forma que uma pessoa poderia ir removendo as diversas camadas de uma cebola até chegar ao seu centro. Conforme vamos ficando mais velhos, o nosso corpo vai de deparando com várias doenças da infância ou da idade adulta que, em maior ou menor grau, nós processamos e superamos. Todavia, cada trauma sofrido pelo corpo - seja ele bacteriano, viral, emocional ou físico – é processado de uma forma diferente. Os nossos corpos físico e sutil podem desenvolver camadas de armadura energética com base em traumas antigos que forma parcialmente curados. Embora pareçam ter sido curadas, doenças da infância, às vezes, deixarão um sinal físico ou energético em algum nível do corpo físico ou sutil.
Em homeopatia e em Alquimia, os padrões vibracionais externos que impregnam corpo físico ou corpo energético são denominados “miasmas”. Um miasma é uma tendência energética para a doença e não necessariamente a doença em si. Eles podem ou não se manifestar em períodos nos quais a pessoa está passando por um stress físico, emocional ou energético. Eles podem afetar uma pessoa muitos anos após o sinal original da doença ter sido adquirido ou então podem de fato ser transmitidos para as gerações posteriores como “miasmas herdados”. Esse é um tipo de diagnóstico que exige muita experiência e discernimento clínico.
Em Alquimia, faz parte de todo tipo de tratamento, a fase de limpeza e desintoxicação, onde o foco está em limpar os “miasmas” do paciente, desintoxicando seu organismo e preparando-o para receber o tratamento de forma mais eficaz.
Como cuidando em todo o tratamento vibracional e, portanto, homeopático, é importante que:
·        Avalie a existência de stress geopático no local onde o medicamento está sendo guardado;
·        Que não se deixe o medicamento próximo à cânfora, aparelhos eletrônicos, computadores, celulares, iphones, smartphones, etc.,
·        Evite uso de perfumes fortes durante o tratamento.
Bem... é isso, pessoal. Acho que este texto trouxe uma visão geral sobre esta ciência maravilhosa que é a Homeopatia, enquanto uma importante abordagem de cura vibracional que pode revelar-se de grande ajuda para uma variedade de problemas médicos e psicológicos.


Um beijo grande !

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

Escolha Escolher !

“Deus leva você de um sentimento a outro. E te ensina por meio de opostos para que tenha duas asas para voar. Não uma!
Rumi – citado no livro Psicologia Alquímica, Dr. Thom F. Cavalli

Alquimia vai muito além do clichê de transformar chumbo em ouro. É a Ciência do Espírito, como diz Joel Aleixo. E isso faz toda a diferença, porque, a partir deste olhar, reintegramos nossa percepção de mundo, ampliando-a. Eventos isolados, ganham contexto. O estômago conversa com o coração que conversa com nossos sentimentos que conversa com nossa imunidade que conversa com nosso amor próprio!
A imagem do Ouroborus é perfeita aqui, porque o ciclo de integração não tem fim e tenho certeza de que vc poderia dar continuidade à conversa acima, não poderia?
Uma das imagens de Ouroborus que mais fala comigo é esta, acessível no link : http://www.la-rose-bleue.org/Images/etudes_table_emeraude_Solve-Coagula.jpg

Sobre ela, poderíamos falar horas... em função da riqueza simbólica que carrega, mas gostaria de focar em um tema, que parece fazer sentido no momento atual: medo e desejo, enquanto forças que ora nos coagulam e fixam num lugar, ora nos solvem e nos expandem para o Universo.
Não é novidade que sempre que nos referimos a sentimentos nós nos referimos ao coração. Não é novidade também que o chakra cardíaco é o órgão energético responsável por nossa imunidade, por nosso amor próprio e por nossa capacidade de amar incondicionalmente.
Por esta perspectiva, o coração é mais do que o órgão que nos mantém vivemos. É um conceito dinâmico que abrange a existência inteira.
Quando estamos com medo e angústia, o coração aperta, não é mesmo? Quando estamos alegres, nosso coração se abre, o peito expande.
O medo vive no coração da força motriz do ego: é ele quem nos protege da onipotência e da arrogância e é a através dele que podemos nos tornar mais humildes, perceber limites.
O medo significa uma transição na consciência, da mente que desconhece a si mesma para a mente que inicia a longa jornada para a autoconsciência, porque delineamentos e limites passam a existir.
O medo tem na dúvida e é interessante pensarmos que, para desenvolver a dúvida, é preciso antes desenvolvermos um senso de nós mesmos. Não é a toa que somos atordoados por dúvidas em fases de transição da nossa vida. Transições são crise e crises são reinvenções de nós mesmos.
Para Descartes, o pai do dualismo, remodelou a dúvida transformando em base da prova científica de nossa existência consciente, porque “penso, logo existo”. A dúvida está ao nível do intelecto, elemento Ar que se expande completamente se não for direcionado pela Terra, e quando há Ar em excesso, quando há dúvida em excesso, nossos pensamentos não param simplesmente e entramos em ansiedade. O medo em demasia nos torna ansiosos, mas o medo aquém do necessário, nos coloca em pensamentos mágicos, onde o limite não existe. É só olhar para qualquer criança que vc terá a prova disso, não é mesmo?
O medo é um sentimento e está no coração. No coração, devem estar todos os quatro elementos combinados de maneira muito equilibrada. É o Sal Salinarius. É o coração que nos mantém centrados e conectados. Nosso coração nos faz ponderados e governa nossos pensamentos. E hj, as pesquisas do Heartmath Institute vem provando isso brilhantemente! Nosso coração manda em nossa cabeça e não o contrário !!!!
Na medida em que amadurecemos, passamos a perceber que, quando estamos em dúvida, a escolha certa é exatamente a escolha que fizemos, em outras palavras, o que torna a escolha certa é o fato de ter sido feita.
Enfrentando o medo de cometer um erro, podemos nos afirmar e então percebemos que temos a capacidade de escolher e decidir! Um sinal seguro de que estamos começando a confiar em nós mesmos!
Escolha escolher !
Um beijo grande !

Se quiser saber mais sobre o Heartmath Institute, clique em :https://www.heartmath.org/

terça-feira, 31 de janeiro de 2017

Montando nosso Quebra-Cabeça Emocional

Entenda a relação entre doenças geradas por traumas e a idade em que ocorreram. Esta abordagem nos ajuda a montar nosso Quebra-Cabeça Emocional.


Oi gente, tudo bem com vcs ?
Neste artigo, vamos falar sobre a correlação que existe entre a cronologia de ativação dos chakras e doenças associadas.
O objetivo é ajudar vc a perceber com mais precisão a origem do desequilíbrio, ganhando maior domínio sobre o contexto e podendo assim, atuar sobre ele com mais assertividade e eficácia.
Vamos lá ?
Dentro da visão alquímica, nossos sete chakras principais são ativados em setênios, ou seja, de sete em sete anos. Assim, durante cada setênio há um chakra que fica mais enfatizado, mais dinâmico e receptivo às informações que vem do ambiente.
Lembre-se que cada chakra corresponde:
·        A um tipo de energia ( masculina ou feminina ou andrógina )
·        A uma regência endócrina
·        A um padrão comportamental
·        A uma região do corpo físico
Daí falarmos que o conceito de chakra e sua dinâmica de ativação é muito importante para entender a origem dos desequilíbrios, aprofundar seu autoconhecimento e definir a abordagem de tratamento, ok ?
A contagem dos setênios começa com o nascimento, então, seguindo este raciocínio temos:
·        Dos 0 aos 7 anos: ativação do chakra básico
·        Dos 7 aos 14 anos: ativação do chakra esplênico
·        Dos 14 aos 21 anos: ativação do plexo solar
·        Dos 21 aos 28 anos: ativação do chakra cardíaco
·        Dos 28 aos 35 anos: ativação do chakra laríngeo
·        Dos 35 aos 42 anos: ativação do chakra frontal
·        Dos 42 aos 49 anos: ativação do chakra coronário
Aos 49, o ciclo recomeça e temos a chance de rever questões originadas em nossa tenra infância, só que desta vez, com a maturidade do adulto. Jung usava a metáfora da espiral para falar sobre o desenvolvimento da alma humana. Essa metáfora é muito perceptível quando falamos nessa cronologia de ativação de chakras, não é mesmo ?
Bem, agora segue uma tabela prática para vc entender quais são os possíveis desequilíbrios gerados por traumas ocorridos em cada setênio. A partir dela, vc poderá associar uma doença ou desequilíbrio a um chakra especifico e a uma faixa etária específica, o que vai dar uma super dica do evento que causou o trauma no chakra que causou o desequilíbrio, seja emocional, comportamental ou físico, ok ?
Mas antes quero só te falar que, no próximo artigo agora que vc já aprendeu a focar a origem, vou falar sobre ferramentas que vc poderá utilizar para reequilíbrio do seu padrão energético e reestabelecimento da sua saúde, elevação do seu nível de consciência e aumento da sua qualidade de vida.

Um beijo grande e... fiquem com a tabela ( rs.. )

CHAKRA BÁSICO - TEMAS: SOBREVIVÊNCIA E EXISTÊNCIA TERRENA, CONEXÃO COM O MUNDO MATERIAL, ESTABILIDADE FINANCEIRA, GROWNDING, VITALIDADE FÍSICA, SEXUALIDADE ( NOS HOMENS )

·  Idade de ativação: dos 0 aos 7 anos

·Disfunções comportamentais associadas: raiva, impaciência, apego, materialismo, violência física, sensação de ameaça constante à sobrevivência, insegurança, indecisão, síndrome do pânico, excesso de apego, medo de mudanças

· Disfunções físicas associadas: pernas, pés, órgãos sexuais, ânus, rins, reto, próstata, bexiga, uretra, excesso de peso ( sensação de falta ), fadiga física, leucemia, problemas urinários, problemas renais, impotência, dilatação da próstata, problemas sexuais



CHAKRA ESPLENICO – TEMAS: AUTOESTIMA CORPORAL, CRIATIVIDADE, SENSUALIDADE, PRAZER, SEXUALIDADE ( NAS MULHERES )

·  Idade de ativação: dos 7 aos 14 anos

· Disfunções comportamentais associadas: controle, sujeição ou desvio da sexualidade, rejeição, baixa autoestima corporal, depressão, inveja relacionada à beleza física, dificuldade em lidar com a beleza e temas relacionados à estética visual, excesso de peso ( esconder a própria beleza )

·Disfunções físicas associadas: supra-renais, sistema reprodutor feminino, bexiga, quadris, nervo ciático, cólicas, desequilíbrios hormonais ( gônadas )



CHAKRA UMBILICAL – TEMAS: EXPECTATIVAS, MEDO, PERSONALIDADE, PROTEÇÃO CONTRA VIBRAÇÕES NEGATIVAS, AUTOESTIMA, AUTOCONTROLE, LIMITES

·  Idade de ativação: dos 14 aos 21 anos

·Disfunções comportamentais associadas: ansiedade, medo, expectativa, preocupação, emoções viscerais, orgulho, insônia, egoísmo, necessidade de controle sobre os outros, necessidade de ver-se no poder, incapacidade de assimilar acontecimentos e jogar fora o que não agrega, manipulação em forma de ajuda, confusão emoção/apetite

·Disfunções físicas associadas: gastrite, úlceras, problemas no sistema digestório, fígado, vesícula, intestino delgado, intestino grosso, apêndice, disfunções alimentares ( excesso ou falta ), enjôos, prisão de ventre, incapacidade de assimilação dos nutrientes, apendicite, diafragma



CHAKRA CARDÍACO – TEMAS: AUTOESTIMA, SENSAÇÃO DE PAZ INTERNA, EQUILÍBRIO EMOCIONAL, AMOR PRÓPRIO, AMOR INCONDICIONAL POR SI MESMO, SISTEMA IMUNOLÓGICO, CONEXÃO COM O OITAVO CORPO UMERAL, SISTEMA CARDÍACO E RESPIRATÓRIO

·  Idade de ativação: dos 21 aos 28 anos

·Disfunções comportamentais associadas: tristeza, depressão, baixa autoestima, sensação de aperto no coração, incapacidade de amar, frieza, apatia emocional, falta de empatia, incapacidade de colocar-se no lugar do outro, falta de compaixão

·Disfunções físicas associadas: coração, pulmões, timo, sistema imunológico, pele, arritmias cardíacas, doenças cardíacas, doenças pulmonares


  
CHAKRA LARINGEO – TEMAS: EXPRESSÃO, COMUNICAÇÃO, CAPACIDADE DE DAR EXPRESSÃO CONCRETA AOS PENSAMENTOS, EXPRESSÃO CRIATIVA E VERBAL, DOMÍNIO DA PALAVRA, AUTOEXPRESSÃO

·  Idade de ativação: dos 28 aos 35 anos

·Disfunções comportamentais associadas: incapacidade de expressar-se por palavras, incapacidade de soltar-se, rigidez de postura, expressão criativa bloqueada, incapacidade para olhar em outras direções, medo do fracasso na vida social

·Disfunções físicas associadas: amigdalites, faringites, gagueiras, deficiências de tireóide, problemas nas cordas vocais, dores de cabeça e nuca, dores nos ombros, endurecimento dos maxilares ( bruxismo/DTM ), herpes



CHAKRA FRONTAL – TEMAS: INTUIÇÃO, FOCO, ATENÇÃO, DIRECIONAMENTO E CLAREZA DE PENSAMENTOS, MENTE ABSTRATA, PLANEJAMENTO, DIRECIONAMENTO MENTAL

·  Idade de ativação: dos 35 aos 42 anos

·Disfunções comportamentais associadas: confusão mental, desatenção, dispersão mental, falta de direcionamento na vida, falta de raciocínio lógico, baixo nível de inteligência lógica, retardo mental, dificuldade de aprendizagem

· Disfunções físicas associadas: doença oftalmológicas, ouvidos, alguns tipos de dores de cabeça, rinites, sinusites, surdez, sistema nervoso, glândula pituitária, maxilar superior



CHAKRA CORONÁRIO – TEMAS: LIGAÇÃO COM ENERGIAS SUPERIORES, EXPANSÃO DA CONSCIÊNCIA, PLENITUDE, INSPIRAÇÃO, INSIGHTS, NOVAS SOLUÇÕES, NOVOS CAMINHOS, PERCEPÇÃO ABRANGENTE DO CONTEXTO

·  Idade de ativação: dos 42 aos 49 anos

·Disfunções comportamentais associadas: psicopatologias, desorientação, fobias, obsessão, histeria, desconexão espiritual, estereotipia, distúrbios espirituais

·Disfunções físicas associadas: doenças sistema nervoso, problemas cerebrais, enxaqueca, insônia, glândula pineal.