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quinta-feira, 6 de setembro de 2018

A Visão de Sol, Lua e ASC como Poderes Divinos em Nós


Esta é uma aula que tiver o privilégio de assistir pessoalmente com meu professor de Astrologia, Nilton Schutz. Foi uma aula impactante para mim, então, vou compartilhar com vcs. Espero que gostem e, mais do que isso, aproveitem!



Partimos da premissa que Deus, enquanto Deus Trino, projeta-se em nós através da Astrologia utilizando a linguagem Sol, Lua e ASC.

Portanto, entender estes três posicionamentos é entender exatamente como o Divino vem se individuando em nós. Olhar este triângulo é olhar como Deus está trabalhando em nós nesta encarnação e, ao sermos responsivos, reconfiguramos nosso aspecto kármico de maneira positiva e desenvolvimentista.

A partir deste olhar sobre o Mapa Astrológico, o Sol é visto como o grande anseio do Espírito em existir aqui na Terra através da matéria densificada no corpo físico. Este anseio espiritual “engravida” a Lua para que o Filho surja através do ASC.

Este Sol-Pai-Espírito é a Causa do estarmos aqui. A Lua-Mãe acolhe esta Causa e lhe dá uma forma anímica de acordo com Leis Universais. O ASC-Filho vem como o fruto-efeito desta interação.

A consciência solar é a consciência que nos torna iluminados e essa trindade bem trabalhada faz com que o “restante venha por acréscimo”, uma vez que, através do trabalho interno, o verdadeiro poder Divino foi harmonizado em nosso Ser, dinamizando e reconfigurando nossa relação com a Vida.
Se o Sol responde por nossos anseios Espirituais, a Lua fala de toda uma coagulação karmica, nossa “lição de casa” nesta encarnação, enquanto nosso ASC nos aponta para nossos Progenitores Espirituais em vidas anteriores.

Daí a importância de entendermos exatamente a dinâmica desses três e de ganharmos domínio sobre ela, pois desta forma possibilitamos que as exteriorizações de nossa vida sejam absolutamente coerentes com e integradas a quem nosso somos em termos Essenciais.

Em termos práticos de plano de desenvolvimento, iniciamos, então, com os trabalhos d o Sol, passamos aos trabalhos da Lua e então vamos ao ASC.
Mas antes de entrarmos neste ponto mais especificamente, vamos falar sobre a dinâmica construtiva e saudável dos signos em si. Elas servem como guia para que vc direcione as mudanças que forem necessárias em termos comportamentais.

Os Signos do Zodíaco são divididos em quatro elementos: Fogo, Terra, Ar e Água.

Os signos de Fogo falam da energia da motivação, dos desejos, da alegria, do brilho nos olhos, do “alto-astral”.
Os signos de Fogo são:
Áries: motivação em iniciar coisas, em agir, em guerrear por aquilo que acredita.
Leão: motivação em gostar de si mesmo, da autovalorização.
Sagitário: motivação em buscar metas de longo alcance, de acreditar nos seus valores de vida.

Os signos de Terra demandam realização prática, atitude concreta, definição objetiva de metas.
Os signos de Terra são:
Touro fala de uma ação que consolida e estabiliza.
Virgem fala de uma ação que aprimora.
Capricórnio fala de uma ação focada num objetivo que deverá ser conquistado com constância e disciplina no longo prazo.

Os signos de Ar demandam energia mental: comunicação ( informação lida, escrita, falada, ouvida ), interação, absorção de conhecimentos, entendimento lógico e racional do contexto interno ou externo.
Os Signos de Ar são:
Gemeos: o Ar de Gemeos é curioso, multifacetado, quer conhecer de tudo um pouco, adaptando-se mentalmente ao conhecimento adquirido ou à interação feita.
Libra: o Ar de Libra gosta de iniciar interações equilibradas, é um Ar mais ativo neste sentido.
Aquário: o Ar de Aquário quer se transformar a partir da assimilação e do aprofundamento do conhecimento para então compartilhar com o grupo.

Os signos de Água falam de leitura emocional, sensibilidade, sentimentos, intuição. As emoções e os sentimentos tanto nos elevam quanto nos deprimem, portanto, ter clareza aqui é fundamental. Estar emocionalmente bem é fundamental para avançar na ação ou não.
Os signos de Água são:
Câncer fala da iniciativa da interação com o outro a partir de uma leitura emocional do contexto.
Escorpião fala da intensidade interna construída a partir da assimilação e da transmutação emocionais.
Peixes: fala da adaptabilidade ao contexto através da conexão com as emoções do grupo.

Resumindo,
  • ·       onde vc tiver signo de Fogo no Mapa, motivação e alegria são os combustíveis para a movimentação;
  • ·       onde vc tiver signo de Terra no Mapa, a concretização, a ação prática são os combustíveis para a movimentação;
  • ·       onde vc tiver signo de Ar no Mapa, a interação e a clareza de pensamento são os combustíveis para a movimentação;
  • ·         onde vc tiver signo de Água no Mapa, a intuição e a clareza emocional são os combustíveis para a movimentação.

Agora, vamos ver os 12 setores ou assuntos da vida ( ou os 12 trabalhos de Hércules ) onde essa movimentação deverá acontecer de forma prática, no aqui e no agora, de acordo com o posicionamento de Sol, Lua e signo do ASC.

Casa 1 ou ASC: como inicio coisas, como eu me mostro para o mundo
Casa 2: como eu lido com as finanças, como eu lido com aquilo que me estrutura e me dá segurança
Casa 3: como eu lido com as interações e com a busca de conhecimento, com o ecletismo, com a diversidade
Casa 4: como eu lido com minha família, com questões do meu passado, da minha ancestralidade, com o passado que me embasa mas não me aprisiona
Casa 5: como eu lido com o prazer, com a criatividade, com o prazer de ser eu mesmo
Casa 6: como eu lido com o meu trabalho, com o meu cotidiano
Casa 7 ou DSC: como eu estruturo relacionamentos
Casa 8: como eu lido com minhas necessidades de atualizações, transformações e desapegos
Casa 9: como eu lido com os valores que direcionam minha vida, como eu lido com a necessidade de me aprofundar em termos de conhecimento
Casa 10: como eu lido com minha carreira, meus objetivos de longo prazo
Casa 11: como eu lido com os grupos e minhas interações com meus amigos
Casa 12: como eu lido com meus sonhos e meus ideais.

Para que o Divino flua então, deveremos ter como objetivo ser o melhor do elemento do Signo utilizado no assunto da casa onde ele estiver posicionado.

Portanto:
·        Se o seu Sol é um Sol de Fogo, Terra, Ar ou Água para que vc trabalhe em ser o melhor do Elemento.
o   Em qual casa da mandala zodiacal este Sol está posicionado para que vc aplique o melhor do Elemento no assunto da casa.
·         Se a sua Lua é uma Lua de Fogo, Terra, Ar ou Água, para que vc trabalhe em ser o melhor do Elemento.
o   Em qual casa da mandala zodiacal esta Lua está posicionada para que vc aplique o melhor do Elemento no assunto da casa.
·         Se o signo do seu ASC é um Signo de Fogo, Terra, Ar ou Água, para que vc trabalhe em ser o melhor do Elemento em todas as suas iniciativas.

Em termos de plano de trabalho,

Inicie trabalhando o melhor do Seu Sol. Leve o tempo que precisar, mas seja persistente neste processo.
Depois, trabalhe o melhor da Sua Lua e da mesma forma, leve o tempo que precisar, mas seja persistente neste processo. Aqui, acrescente amor a quem é a sua Lua.
Em terceiro, trabalhe o melhor do Seu ASC.

Em quarto, desfrute os frutos do despertar do Divino em você através desse lindo processo de autoconhecimento com o qual a Astrologia olhada com profundidade nos presenteia !

Um beijo grande !

Salma


terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

Escolha Escolher !

“Deus leva você de um sentimento a outro. E te ensina por meio de opostos para que tenha duas asas para voar. Não uma!
Rumi – citado no livro Psicologia Alquímica, Dr. Thom F. Cavalli

Alquimia vai muito além do clichê de transformar chumbo em ouro. É a Ciência do Espírito, como diz Joel Aleixo. E isso faz toda a diferença, porque, a partir deste olhar, reintegramos nossa percepção de mundo, ampliando-a. Eventos isolados, ganham contexto. O estômago conversa com o coração que conversa com nossos sentimentos que conversa com nossa imunidade que conversa com nosso amor próprio!
A imagem do Ouroborus é perfeita aqui, porque o ciclo de integração não tem fim e tenho certeza de que vc poderia dar continuidade à conversa acima, não poderia?
Uma das imagens de Ouroborus que mais fala comigo é esta, acessível no link : http://www.la-rose-bleue.org/Images/etudes_table_emeraude_Solve-Coagula.jpg

Sobre ela, poderíamos falar horas... em função da riqueza simbólica que carrega, mas gostaria de focar em um tema, que parece fazer sentido no momento atual: medo e desejo, enquanto forças que ora nos coagulam e fixam num lugar, ora nos solvem e nos expandem para o Universo.
Não é novidade que sempre que nos referimos a sentimentos nós nos referimos ao coração. Não é novidade também que o chakra cardíaco é o órgão energético responsável por nossa imunidade, por nosso amor próprio e por nossa capacidade de amar incondicionalmente.
Por esta perspectiva, o coração é mais do que o órgão que nos mantém vivemos. É um conceito dinâmico que abrange a existência inteira.
Quando estamos com medo e angústia, o coração aperta, não é mesmo? Quando estamos alegres, nosso coração se abre, o peito expande.
O medo vive no coração da força motriz do ego: é ele quem nos protege da onipotência e da arrogância e é a através dele que podemos nos tornar mais humildes, perceber limites.
O medo significa uma transição na consciência, da mente que desconhece a si mesma para a mente que inicia a longa jornada para a autoconsciência, porque delineamentos e limites passam a existir.
O medo tem na dúvida e é interessante pensarmos que, para desenvolver a dúvida, é preciso antes desenvolvermos um senso de nós mesmos. Não é a toa que somos atordoados por dúvidas em fases de transição da nossa vida. Transições são crise e crises são reinvenções de nós mesmos.
Para Descartes, o pai do dualismo, remodelou a dúvida transformando em base da prova científica de nossa existência consciente, porque “penso, logo existo”. A dúvida está ao nível do intelecto, elemento Ar que se expande completamente se não for direcionado pela Terra, e quando há Ar em excesso, quando há dúvida em excesso, nossos pensamentos não param simplesmente e entramos em ansiedade. O medo em demasia nos torna ansiosos, mas o medo aquém do necessário, nos coloca em pensamentos mágicos, onde o limite não existe. É só olhar para qualquer criança que vc terá a prova disso, não é mesmo?
O medo é um sentimento e está no coração. No coração, devem estar todos os quatro elementos combinados de maneira muito equilibrada. É o Sal Salinarius. É o coração que nos mantém centrados e conectados. Nosso coração nos faz ponderados e governa nossos pensamentos. E hj, as pesquisas do Heartmath Institute vem provando isso brilhantemente! Nosso coração manda em nossa cabeça e não o contrário !!!!
Na medida em que amadurecemos, passamos a perceber que, quando estamos em dúvida, a escolha certa é exatamente a escolha que fizemos, em outras palavras, o que torna a escolha certa é o fato de ter sido feita.
Enfrentando o medo de cometer um erro, podemos nos afirmar e então percebemos que temos a capacidade de escolher e decidir! Um sinal seguro de que estamos começando a confiar em nós mesmos!
Escolha escolher !
Um beijo grande !

Se quiser saber mais sobre o Heartmath Institute, clique em :https://www.heartmath.org/

domingo, 29 de janeiro de 2017

A Visão Alquímica das Doenças 3

Olá, Pessoal, tudo bem ?
Neste artigo, vamos falar sobre a visão alquímica das nossas emoções e, ao final deste artigo, vou te dar uma dica floral para reequilíbrio geral do organismo.
Vamos lá ?



Humor: nossa alquimia emocional....
Quantas vezes vc já se pegou fervendo de raiva, tremendo de medo, derretendo-se em lágrimas ou com a cabeça nas nuvens?
A palavra “humor” aqui refere-se a um sistema que nos ajuda a entender a manifestação dos quatro elementos em nós, direcionando o nosso temperamento. Assim, quando estes elementos estão em dinâmica equilibrada, sentimo-nos bem, leves, seguros, agindo no mundo com fluência. Mas, quando um destes elementos se sobrepõe em demasia ou falta em demasia, haverá o correspondente desequilíbrio em nossa expressão emocional e comportamental, podendo, também, levar a desequilíbrios de nosso corpo físico, gerando doenças.
Nossa variação de humor pode ser entendida como a versão psicológica da variação dos quatro elementos em nós. Então, se pudermos ser capazes de entender qual o elemento que está em desequilíbrio, seremos capazes de nos trazer ao centro novamente.
Por isso, vamos olhar cada um deles, agora.
O Fogo:
É um elemento quente, regente da nossa intuição, da nossa motivação para a ação e está relacionado com o início das coisas.
É o fogo que nos permite uma boa refeição, que nos aquece numa lareira, que nos inspira através de uma vela. E é também o fogo que acende um cigarro, que incendeia uma floresta, que queima a nossa pele, que carboniza nosso corpo.
Quando em excesso, sentimos o calor da raiva, a ardência de uma gastrite, a iniciativa que só começa e não concretiza, a necessidade vaidosa de ser sempre o centro das atenções sem considerar o outro no contexto.
Quando em falta, há o desânimo, sentimo-nos sem energia, sem entusiasmo, sem brilho.
É regido pela Lua Nova e representa a energia do Verão.
Uma dica que aprendi com Joel Aleixo: faça pedidos no 1º dia de Lua Nova, às 6h00 da manhã, ao Grande Flungistron, Grande Fogo Universal e veja as sincronicidades começarem a acontecer !

A Terra:
É um elemento seco, regente da nossa sensorialidade, da nossa capacidade de apreender o mundo através dos órgãos do sentido: quando precisamos ver, sentir, cheirar, tocar para entender o contexto. Está relacionado com a concretização de nossas ações, com a estabilização de nossas idéias, com a realização de nossos projetos.
É a terra sobre a qual semeamos nosso alimento, cujos minerais compõem o nosso corpo físico. É a terra sobre a qual caminhamos, que constrói nossa habitação, que modela o planeta. Ela nos dá a sensatez para controlar o fogo da iniciativa excessivamente sonhadora. E é também a terra que nos desestabiliza num terremoto.
Quando em excesso, nosso comportamento se torna rígido, inflexível. Somos teimosos e não mudamos, não saímos do lugar.
Quando em falta, perdemos a capacidade de concretizar o projeto que idealizamos no fogo, não sustentamos nossas ações, não nos sustentamos e nossa autoconfiança diminui porque não nos sentimos seguros.
É regida pela Lua Crescente e é a energia da Primavera.

O Ar:
É um elemento frio, regente do nosso pensamento, da nossa capacidade de raciocinar, de analisar, abstrair, aprender sistemas complexos, discernir, separar, organizar conceitos, estruturar o que vem antes e o que vem depois, sequenciar.
É a brisa que nos refresca num dia quente de verão, que movimenta as águas do mar, que enche nossos pulmões, que nos permite a música, a voz, o canto, que espalha as sementes para a terra germinar. É também o ar dos tornados e furacões que derrubam as estruturas que a terra construiu.
Quando em excesso, nossa mente não para, chegamos a ter insônia de tanto pensar e pensar e pensar... percebemos a vida por um ângulo exclusivamente racional, cartesiano. É a mente científica levada ao extremo.
Quando em falta, temos dificuldade em aprender conceitos abstratos, sem insights, não “antenamos” com o mundo à nossa volta, parecemos dispersos, sem capacidade de concentração.
É regido pela Lua Minguante e representa a energia do Outono.

A Água:
É um elemento úmido, regente das nossas emoções, dos nossos sentimentos. É através da água que desenvolvemos a empatia e com ela nos derretemos em lágrimas. A água nos dá flexibilidade, a capacidade diplomática de contornar situações, de nos misturarmos aos outros, de nos adaptarmos aos ambientes e nos moldarmos a ele.
É a água que nos purifica no banho, que nos acolhe no ventre da mãe, que irriga nosso sangue, que limpa o nosso cérebro a cada duas horas. É a água das chuvas, dos lagos, dos mares, das inundações e dos tsunamis. É a água que, junto com o fogo dos raios, e na forma de tempestade, limpa a atmosfera da sujeira que causamos com nossos hábitos desconectados.
Quando em excesso, choramos por tudo, não vivemos para nós mas para ajudarmos os outros sem considerar nosso próprios limites e necessidades. Somos “moles”, cedemos em excesso. Nossa musculatura é flácida.
Quando em falta, perdemos a empatia, a compaixão, a capacidade de nos importar, perdemos a capacidade de nos amar, não temos amor-próprio, não temos altruísmo.
É regido pela Lua Cheia e representa a energia do Inverno.

Dica Floral:
Um composto do Sistema Joel Aleixo que pode te ajudar no reequilíbrio geral é o Equilíbrio dos Elementos.
Vc pode usá-lo borrifando 3 jatos, 4 vezes ao dia, preferencialmente (mas não obrigatoriamente) nos horários das 6h00, 12h00, 18h00 e 24h00. Depois, se achar legal, pode me contar sua experiência.
Ah... se quiser comprar o floral, acesse o link:

Beijos e até mais !